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EM MEMÓRIA DO MEU FILHO











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DESENCARNOU HÁ DEZ MESES.
*************
A VOCÊ , MEU ANJO, O ETERNO AMOR DE SUA
MÃE.
***************
QUE OS AMIGOS BENFEITORES POSSAM
AJUDÁ-LO
RECONHECER A PÁTRIA DE ONDE PARTISTES,
E PARA A QUAL AGORA RETORNAS.
MUITA PAZ, MUITA LUZ, MUITO AMOR, MUITA ALEGRIA,
E PRINCIPALMENTE, MEU FILHO AMADO...
MUITA GRATIDÃO À DEUS, NOSSO PAI !!!!
MUITA PAZ !!!
TU, MEU FILHO
POEMA - ACRÓSTICO QUE ESCREVI
AO MEU FILHO QUANDO
CONTAVA COM
OITO MESES
18/04/2012

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Médiuns de Escola...Médiuns de Raíz... Psicografia


 Médiuns de Escola...Médiuns de Raíz...

"Porque ficamos todos procurando um rol de atividades para preencher uma lacuna que não estamos, ainda, conseguindo sentir ou assimilar? Porque todo médium entende que deve fazer algo pré-determinado, com rótulo, data e hora programada? O verdadeiro trabalho missionário é aquele realizado no momento da necessidade...valores são dados a todos os trabalhos realizados com amor e disciplina, mas há aquelas tarefas que exigem a nossa atenção nos momentos menos esperados, momentos que estamos nos alimentando, descansando, executando um trabalho, estudando e até dormindo e se o médium é uma pessoa disciplinada e atenta, em sintonia com a espiritualidade, preocupado em manter o mais possível, a sua mente com vibrações elevadas, então esse médium será nessa hora acionado e corresponderá a todas as expectativas. Por questões de ordem puramente material que levam a grande maioria dos médiuns a determinar um espaço e uma rotina de trabalho criou-se o estigma de que tudo deve tão somente ser realizado seguindo determinado padrão. Ao médium que se encaixa neste padrão chamamos de "médium de escola"... 

Já os médiuns que executam prontamente, no momento que são convocados a esses chamamos de "médium de raiz"... É aquele que carrega em sua linhagem ancestral o conhecimento necessário ao socorro necessitado.


Muitas vezes este médium não percebe com clareza a profundidade do ato que está praticando. Ele assim o faz naturalmente. Vai e volta com a simplicidade de quem abre e fecha os olhos. Sorri e distribui amor como se não conhecesse outros sentimentos. Suas palavras consolam não só pelo significado do que traduzem mas principalmente porque são palavras que irradiam atenção, interesse, disposição em minimizar e muito amor...


Chamamos de médiuns de raiz porque tem o dom da cura pelas mãos, e o do consolo pela palavra. Levam a fé e a esperança no Grande Mestre, Médium dos Médiuns, Irmão Jesus.


A esses médiuns, em especial, e também a todos os outros médiuns por amor e de coração a nossa única recomendação:
Cuidem para se manterem em um padrão energético elevado...equilibrem seus pensamentos, suas emoções, suas palavras e suas atitudes...estudem o Evangelho do Senhor e se deixem levar pelos Mestres da Luz...
Paz em seus corações"

Rodolfo Rubert

O MAIS DOLOROSO ADEUS


O MAIS DOLOROSO ADEUS

A partida de um ente querido para o plano espiritual é, sem nenhuma
dúvida, a maior dor que um ser humano pode sentir neste mundo. Eu já
passei várias vezes por esse momento difícil, principalmente quando
morreram meus pais e meus sogros.
Sinceramente, com todo o conhecimento espiritual acumulado que
adquiri através dos anos, pelo estudo sistematizado da nossa doutrina
consoladora, era para eu ter suportado esses golpes com menos abalo. Mas
não foi bem assim. Embora não o demonstrasse por fora, muitas lágrimas
me vazaram pelos condutos internos da alma.
Eu sei que a morte não existe. Mas saber é uma coisa e enfrentá-la em
nosso entorno, quando ocorre a ausência de um ser querido, é coisa muito
diferente. Muitas vezes me peguei falando sozinho, gesticulando no ar, e
até mesmo ouvindo a voz do ente que partiu chamando o meu nome.
Seu cheiro permanece na casa, nos móveis, nas roupas que usava, em
toda parte. A gente olha aqueles sapatos descansando num canto e parece
que o dono logo virá apanhá-los. Sua imagem continua viva em nosso
inconsciente, e quando um carro vira a esquina e um lampejo de seu farol
se projeta no interior da casa, é como se a pessoa querida estivesse
chegando.
Procurava orar, e a oração é um socorro maravilhoso, um bálsamo que
suaviza muito o nosso sofrimento, mas leva tempo para a ferida cicatrizar.
O problema é que se a cura é o esquecimento, eu não queria esquecer. Essa
é uma ideia que nem passava pelo meu pensamento.
Eu me apegava muito a Deus e à fé, e essa foi a minha tábua de
salvação. Aqueles diálogos silenciosos com o Pai Celestial em minhas
preces, rogando-Lhe que acolhesse em Seu seio amoroso aquela pessoa
amada que partia, foram me restituindo o equilíbrio e eu comecei a retornar
serenamente para a realidade que me envolvia.
Uma pessoa nos deixou, mas a vida não morreu. A vida continuava
presente em nosso dia a dia, exigindo atenção e nos preparando para a nova
realidade. As pessoas que ficaram – os familiares, os parentes, os amigos,
os companheiros – também contavam com o nosso reequilíbrio e a nossa
participação. Os adultos esperavam nossa volta à vida normal. As crianças
aguardavam nosso sorriso de cumplicidade.
Não temos o direito de amargurar a vida dos outros com a nossa
angústia. Não temos o direito de tirar a alegria dos outros com a nossa
tristeza. O luto da alma é inevitável por alguns dias, mas ele tem que ir se
esvanecendo e clareando com o escoar das horas.
Por tudo que já havia lido sobre o assunto eu pensei que saberia
enfrentar com destemor a hora borrascosa quando ela chegasse. E,
realmente, meu conhecimento da realidade espiritual me ajudou muito na
hora do sofrimento. Mas não foi um salvo-conduto que me livrasse dos
solavancos da passagem.
Busquei arrimo no Evangelho, na palavra do Cristo e dos mentores
espirituais. Fortaleceu-me bastante a mensagem do Apocalipse, onde Jesus
fala da chegada do novo Céu e da nova Terra, quando então não haverá
mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas
passaram. E o divino Mestre enxugará de nossos olhos todas as lágrimas.
Isto foi como se mãos de anjos algodoassem meu coração.
Voltando a meus familiares, minha mãe foi a primeira a partir. Foi uma
surpresa para todos nós porque ela aparentava estar muito bem de saúde.
Mas um colapso a levou de repente e nós ficamos fora do ar, como se o
chão se fluidificasse sob nossos pés.
Meu pai, porém, foi um desenlace mais ou menos esperado porque já
estava bem avançado em anos e, além disso, se encontrava adoentado no
leito, recebendo cuidados médicos. Fiz uma prece pública, no velório de
ambos, para confortar a mim mesmo, a meus familiares, aos amigos
presentes e, principalmente, às almas dos que partiam, que nessas horas
precisam ser envolvidas em eflúvios suavizantes de paz.
No caso de meu pai, enquanto o cortejo acompanhava o féretro ao
campo santo para o derradeiro adeus, eu acompanhava seu espírito em
pensamento e o imaginava despertando meio sonolento no mundo espiritual
e se perguntando: A quem devo me dirigir agora? E eu lhe respondia, num
sussurro de prece: a Deus.
Assim, descobri que existem dois tipos de despedida: adeus e a Deus.
Muitos participam do primeiro tipo. Poucos participam do segundo. Eu
participei de ambos na despedida de meu pai. E fiquei muito feliz.
Mário Frigéri é autor da Mundo Maior. Pulicou os livros: 100 Poemas que Amei e Brasil de Amanhã- O Futuro do Brasil á Luz das Profecias.

domingo, 25 de janeiro de 2015

FORTES EVIDÊNCIAS DA VIDA APÓS A MORTE


FORTES EVIDÊNCIAS DA VIDA APÓS A MORTE 






Espiritualidade - Mediunidade Real

FORTES EVIDÊNCIAS DA VIDA APÓS A MORTE


*** FORTES EVIDÊNCIAS DA VIDA APÓS A MORTE ***

Abaixo, destacamos assuntos interessantíssimos, que ao menos devem ser refletidos. Uma das grandes incógnitas da humanidade é debatida a seguir, com estudos e pesquisas científicas e casos reais de pessoas comuns.

Leia, veja os vídeos. Tire suas conclusões, deixe um comentário, compartilhe o link desta página com seus amigos se desejar. Seja bem-vindo ao Ignotus!




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--- Abiogênese ou Abiogénese:

Designa de modo geral o estudo sobre a origem da vida a partir de matéria não viva.

Pesquisa a palavra na Wikipedia e em outros sites, há muitas teorias, antigas e novas, mas aqui está a essência, um resumo:

“Houve de forma espetacular e única, uma grande série de coincidências, envolvendo o clima na terra e elementos como ferro, carbono, enxofre, água. Assim, com estes elementos reunidos em uma época totalmente favorável, aconteceu então uma reação química, uma energia interagiu com os elementos criando a vida, uma protocélula com capacidade de autoreprodução, que teve origem diretamente da matéria inanimada, e assim, por evolução e reprodução, toda a biodiversidade que há na Terra, deriva-se deste ser."

Mas como uma reação química entre elementos inanimados, criou um ser biológico?

Que energia é essa? De onde ela veio?

A ciência não sabe responder estas perguntas...







--- EFC Experiência fora-do-corpo:

Experiência fora-do-corpo (EFC), projeção da consciência , experiência extracorporal, desdobramento espiritual, emancipação da alma, projeção astral ou viagem astral são termos usados alternativamente para designar as experiências fora-do-corpo (do inglês, out-of-body experience – OBE ou OOBE) ou estados alterados de consciência, que podem ser supostamente realizadas por qualquer pessoa, por meio do sono, via meditação profunda, técnicas de relaxamento, ou involuntariamente, durante episódios de paralisia do sono, trauma, variações abruptas da atividade emocional e estresse e experiências de quase-morte.

A Projeciologia, fundamentada nos experimentos pessoais de projetores conscientes e sistematizações destas autopesquisas, inicialmente proposta por Sylvan Muldoon e sistematizada por Waldo Vieira, relata que, durante a projeção, quando lúcida, o indivíduo está ciente de que se encontra fora do próprio corpo físico projetado por meio do (corpo astral, perispírito, psicossoma), que são entidades imateriais. Por intermédio da projeção da consciência é possível conhecer supostas dimensões extra-físicas.

Os céticos vêem as projeções de consciência como alucinações. Porém, os cientistas pesquisam cada vez mais o assunto, devido às pesquisas controladas realizadas por projetores experientes e pelos inúmeros relatos de EQM em praticamente todos os países do globo.

Veja abaixo um estudo feito no Brasil pelo Instituto do Sono, de São Paulo, com o objetivo de verificar a realidade dessas alegações.

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EQM Fantastico Rede Globo

Veja pesquisa realizada por cientistas europeus e tire suas conclusões! Reportagem do Programa Fantastico da Rede Globo (os cientistas que realizaram os experimentos entraram céticos e mudaram suas opiniões). E Você?
O termo experiência de quase-morte ou EQM refere-se a um conjunto de visões e sensações frequentemente associadas a situações de morte iminente, sendo as mais divulgadas a projeção astral (também chamada de "projeção da consciência", "desdobramento espiritual", "emancipação da alma", "experiência fora do corpo", etc), a "sensação de serenidade" e a "experiência do túnel". Esses fenômenos são normalmente relatados após o indivíduo ter sido pronunciado clinicamente morto ou muito perto da morte, daí a denominação "EQM".


http://youtu.be/aWAZYG588j8








--- EQM – Experiência de quase-morte

O termo experiência de quase-morte ou EQM refere-se a um conjunto de visões e sensações frequentemente associadas a situações de morte iminente, sendo as mais divulgadas a projeção astral (também chamada de "projeção da consciência", "desdobramento espiritual", "emancipação da alma", "experiência fora do corpo", etc), a "sensação de serenidade" e a "experiência do túnel". Esses fenômenos são normalmente relatados após o indivíduo ter sido pronunciado clinicamente morto ou muito perto da morte, daí a denominação "EQM".

As pessoas que viveram o fenômeno relatam, geralmente, uma série de experiências comuns, descritas nos estudos de Elizabeth Kubler-Ross (1967), tais como:

- um sentimento de paz interior;

- a sensação de flutuar acima do seu corpo físico;

- a impressão de estar em um segundo corpo, distinto do corpo físico;

- a percepção da presença de pessoas à sua volta;

- a visão de seres espirituais;

- visão de 360º;

- sensação de que o tempo passa mais rápido ou mais devagar;

- ampliação de vários sentidos;

- a sensação de viajar através de um túnel intensamente iluminado no fundo ("experiência do túnel").

Nesse espaço, a pessoa que vive a EQM percebe a presença do que a maioria descreve como um "ser de luz", embora seu significado possa variar conforme os arquétipos culturais, a filosofia ou a religião pessoal. O portal entre essas duas dimensões é também descrito como a fronteira entre a vida e a morte. Por vezes, alguns pacientes que viveram essa experiência relatam que tiveram de decidir se queriam ou não regressar à vida física. Muitas vezes falam de um campo, uma porta, uma sebe ou um lago, como uma espécie de barreira que, se atravessada, implicaria não regressarem ao seu corpo físico.

Com a multiplicação de referências a acontecimentos comparáveis à experiência de quase-morte, iniciou-se uma nova corrente, em que diversos pesquisadores de todo o mundo deram início à discussão e à análise do fenômeno de forma mais aberta. Grupos da comunidade médica passaram a olhar para a morte e a sobrevivência da consciência sob uma nova perspectiva, como ocorre, por exemplo, na Associação Internacional de Estudos do Quase-Morte, no "Departamento de Psiquiatria e Ciências Neurocomportamentais" da Universidade da Virginia e na Associação Brasileira de Medicina Psicossomática. Enquanto existem observadores que atribuem esse fenômeno a experiências espirituais, outros recorrem a teorias como alucinação, memória genética ou a simbolização do nascimento biológico.

Até recentemente, este fenômeno costumava ser considerado pela ciência estrita como um assunto vulgar, fruto de lendas, crendice popular ou religiosidade. No entanto, na década de 1970, pesquisas como a do Dr. Raymond Moody e a da Dra. Elizabeth Kubler-Ross, principalmente após a publicação dos best-sellers "Vida Depois da Vida" e "Sobre a Morte e o Morrer", respectivamente, levaram ao início de uma corrente de pesquisas em todo o mundo sobre o fenômeno. Mesmo com tanto interesse e a presença de numerosos relatos anedóticos, ainda não há qualquer comprovação científica sobre as experiências de quase-morte. Entre os cientistas que pesquisam o assunto, há os que interpretam as experiências como reações do cérebro e há os que interpretam tais experiências como prova de que a consciência não é produzida pelo cérebro e de que existe vida após a morte.

Muitos pesquisadores materialistas, como a psicóloga Susan Blackmore e o anestesiologista Lakhmir Chawla, acreditam na teoria de que as EQMs são alucinações complexas causadas pela falta de oxigênio no cérebro durante a etapa final do processo de morte. Mas muitos outros pesquisadores, como os psiquiatras Raymond Moody e Bruce Greyson, discordam das teorias materialistas referentes ao assunto e defendem teorias que interpretam as experiências como prova de que a consciência não é produzida cérebro e de que existe vida após a morte, devido principalmente ao argumento de que muitas pessoas demonstram percepções extrassensoriais com precisão em seus relatos de EQM (como por exemplo o famoso caso de EQM da cantora Pam Reynolds).

A experiência de quase-morte é muito semelhante às experiências místicas de diversas tradições, como nos livros de Teresa de Ávila.

Um dos relatos intrigantes descritos por Moody em seu livro "A Luz do Além": "Em Long Island, uma mulher de setenta anos cega desde os dezoito, foi capaz de descrever, com detalhes vívidos, o que aconteceu, enquanto os médicos tentavam ressuscitá-la de um ataque do coração. Ela conseguiu dar uma boa descrição dos instrumentos que foram utilizados, e até mesmo de suas cores. E o mais surpreendente para mim é que a maioria daqueles instrumentos sequer fora concebida na época em que ela ainda podia ver, havia cerca de cinquenta anos. Além de tudo isso, ela ainda disse ao médico que ele usava um jaleco azul quando começou a ressuscitá-la".

Veja abaixo vídeos que comprovam, ou pelo menos nos dão grandes indícios, de que a consciência sobrevive à morte:

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Veja abaixo vídeos que comprovam, ou pelo menos nos dão grandes indícios, de que a consciência sobrevive à morte: - See more at: http://ignotus.com.br/page/evidencias-vida-apos-a-morte#sthash.V2JfrdPE.dpuf

Projeciologia em Cegos - Visão fora do corpo (EQM)

http://youtu.be/JqMql8cRZ6M





ESPIRITUALIDADE - MEDIUNIDADE REAL

Fortes Evidências da Vida após a Morte", mas o conteúdo está intacto, veja o vídeo, visite a página e tire suas próprias conclusões, vale a reflexão e estudo!
http://ignotus.com.br/page/evidencias...

Mediunidade é o nome atribuído a uma capacidade humana que permite uma comunicação entre homens e Espíritos. Ela se manifesta independentemente da religião, de forma mais ou menos intensa em todos os indivíduos. A classificação dos médiuns é feita da seguinte forma: a quem essa faculdade é detectada, ou seja, existe atividade, são chamadas de médiuns ativos , e as pessoas em que essa atividade não é detectada são chamadas de médiuns passivos.

Participe da Campanha. Divulgue este vídeo!


http://youtu.be/LwJugMpkcD0







--- Mediunidade: Uma Realidade

Mediunidade é o nome atribuído a uma capacidade humana que permite uma comunicação entre homens e Espíritos. Ela se manifesta independentemente da religião, de forma mais ou menos intensa em todos os indivíduos. A classificação dos médiuns é feita da seguinte forma: a quem essa faculdade é detectada, ou seja, existe atividade, são chamadas de médiuns ativos , e as pessoas em que essa atividade não é detectada são chamadas de médiuns passivos.

Assim, um espírito que deseja comunicar-se entra em contato com a mente do médium ativo, e, por esse meio, pode se comunicar por várias formas, como oralmente (psicofonia), pela escrita (psicografia), ou ainda se fazendo visível ao médium (vidência). Fenômenos de ordem física incluem levitações (poltergeist), batidas (tiptologia), escrita direta (pneumatografia), voz direta (pneumatofonia), voz eletrônica (electronic voice phenomena), etc. Também há a mediunidade de psicometria, que é muito usada como ajuda para a polícia, consiste em um médium ler impressões e recordações pelo contato com objetos comuns; e a mediunidade de cura, como acontece através do médium João de Deus.

Os parapsicólogos forenses, também conhecidos como investigadores psíquicos (do inglês Psychic Witness), são médiuns que trabalham em conjunto com a polícia na investigação de crimes de difícil solução (inexistência de testemunhas, escassez de provas, excesso de suspeitos,...). O papel desses paranormais, segundo Sérgio Pereira Couto em artigo na revista Ciência Criminal, "consiste basicamente em captar sensações sobre o que aconteceu nos locais dos crimes e passar as informações para que os detetives tomem as devidas providências administrativas, incluindo a detenção de suspeitos para interrogatório".

Com o sucesso dos seriados em canais pagos que tratam do tema, as polícias de diversos estados americanos passaram a admitir em público o uso de paranormais em investigações onde a tecnologia mostra-se insuficiente.

Na segunda metade do século XIX diversos médiuns foram levados a realizar testes que tornaram supostamente plausíveis a existência de espíritos, por exemplo as médiuns Leonora Piper e Gladys Osborne Leonard. Os resultados obtidos na época, com cada uma dessas médiuns, foram bastante convincentes. Piper foi tão famosa que chegou a ser citada na Enciclopédia Britânica de 1911 em dois verbetes, e ainda admitida no discurso de William James publicado pela revista Science como possuidora de poderes paranormais.

O neurocientista Núbor Orlando Facure diz que a mediunidade é um fenômeno fisiológico, universal comum a todas as pessoas, e que pode se manifestar de diferentes maneiras. Nos estudos que realiza, busca compreender a relação entre os núcleos de base dos automatismos psico-motores e aqueles que geram o fenômeno da mediunidade. Em entrevista dada à revista Universo Espírita (N°35, Ano 3), Facure aponta que os neurônios em espelho podem ser os responsáveis pela sintonia que permite sentirmos no lugar do outro. No entanto, Facure também diz que isso são apenas conjecturas e que atualmente não existe comprovação científica de que o fenômeno se dê dessa forma.

Em pesquisa realizada por Frederico Leão e Francisco Lotufo, Médicos-psiquiatra da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, constatou-se uma melhora dos aspectos clínicos e comportamentais de "650 pacientes portadores de deficiências mental e múltiplas" ao submetê-los a um tratamento espiritual realizado através de reuniões mediúnicas. Como resultado do estudo, os autores sugerem a "aplicação do modelo de prática das comunicações mediúnicas como terapias complementares".

Outra importante pesquisa foi realizada pelo médico psiquiatra Alexander Moreira de Almeida, que no dia 22 de fevereiro de 2005 defendeu a tese Fenomenologia das Experiências Mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas, no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, da Faculdade de Medicina da USP. A tese pretendeu traçar um perfil de saúde mental de 115 médiuns espíritas (escolhidos aleatoriamente), na qual foram testados e entrevistados com apurados instrumentos da Psiquiatria. Na conclusão do trabalho, Almeida diz que "os médiuns estudados evidenciaram alto nível socioeducacional, baixa prevalência de transtornos psiquiátricos menores e razoável adequação social. A mediunidade provavelmente se constitui numa vivência diferente do transtorno de identidade dissociativa. A maioria teve o início de suas manifestações mediúnicas na infância, e estas, atualmente, se caracterizam por vivências de influência ou alucinatórias, que não necessariamente implicam num diagnóstico de esquizofrenia". Desta forma, constatou-se que os médiuns estudados apresentaram boa saúde mental, apesar dos sintomas de visões ou interferências de pensamentos alheios, que não são sintomas de loucura, mas outro tipo de vivência, chamada pelos espíritas de Mediunidade.

O programa de pesquisa VERITAS, que é realizado no Laboratório de Pesquisas Avançadas da Consciência e Saúde - pertencente ao Departamento de Psicologia da Universidade do Arizona - foi criado principalmente para analisar a hipótese da sobrevivência da consciência após a morte do corpo humano. Tal programa é dirigido pelo Dr Gary Schwartz (professor de psicologia, neurologia, psiquiatria e cirurgia), que já publicou vários artigos científicos e livros que segundo ele e seus colegas de pesquisa, demonstram que a comunicação entre seres humanos e espíritos realmente existe.

Veja o vídeo abaixo, onde cientistas praticam diversos experimentos controlados com graus de dificuldade diferentes com um médiun, e no final, reconhecem o dom da mediunidade nele, dizendo não ter como ele fazer o que ele faz, sem ajuda.

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Espíritos - Reencarnação Comprovada

http://youtu.be/5ezKaTz5U8U







--- A Reencarnação vista como fato:

A palavra “reencarnação” tem seu significado simplificado em “É uma ideia central de diversos sistemas filosóficos e religiosos, segundo a qual uma porção do Ser é capaz de subsistir à morte do corpo. Chamada consciência, espírito ou alma, essa porção seria capaz de ligar-se sucessivamente a diversos corpos para a consecução de um fim específico, como o auto-aperfeiçoamento ou a anulação do carma”.

O conceito de Reencarnação não é recente, há 7.000 anos o homem através do Hinduísmo e do Culto aos Orixás já tinham este conceito em suas crenças. Mais recentemente temos o Espiritismo entre outras. Porém, vamos nos ater aos fatos, ao que já foi pesquisado sobre casos que não têm outra explicação a não ser encarar a reencarnação como fato.

Veja os vídeos abaixo e tire suas conclusões.

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Caso de Reencarnação Verídica

http://youtu.be/-mg7dMU4n_w



Viagem ao Reino dos Mortos

Publicado em 13 de ago de 2014
Pacientes clinicamente mortos e que sem explicação retornaram á vida, dizem que há uma outra dimensão além do véu da morte. Será verdade ou apenas uma criação da mente?





http://youtu.be/UCy45Z0hvkY





http://ignotus.com.br/

sábado, 24 de janeiro de 2015

PSICOQUÂNTICA - A TERAPIA MULTIDIMENSIONAL


PSICOQUÂNTICA - A TERAPIA MULTIDIMENSIONAL




Todos nós vivemos numa realidade que tem um consenso linear comum sobre o funcionamento do tempo e do espaço. Existe uma espécie de combinado que nos foi ensinado dizendo sobre este plano ser linear. 

Todo esse conhecimento de tempo e de espaço nos tem ajudado como código de entendimento sobre nossas identidades, sobre as nossas histórias pessoais e sobre a história do planeta em que vivemos, mas até certo ponto. 

Por enquanto, ainda estamos bastante limitados nas interpretações sobre a totalidade das nossas experiências, pois por mais que avancemos, nos encontramos presos a tais conceitos lineares e mesmo existindo muita coisa além e palpável nos influenciando, não estamos habilitados para validar qualquer tipo de informação diferente do usual.

Se concebermos que as nossas vivências mal resolvidas de infância poderiam estar ininterruptamente provocando um falso entendimento sobre a realidade em geral, contaminando inclusive, a nossa autopercepção, poderíamos entender que o que aconteceu num antes, aparentemente distante, pode estar presencial e até fisicamente ativo em nós. 




São vivências que acabam por condenar o nosso agora a ponto de nos privar de termos uma vida mais lúcida, com maior autonomia e, portanto, literalmente mais presente. 

Por exemplo: se acaso você passou por algum trauma, ou situações com dificuldades sequenciais ao longo de sua vida, se passar pelo processo terapêutico Multidimensional da Psicoquântica, poderá entrar em contato com tais lâminas de realidade resolvendo o antes/agora e também toda rede associativa de eventos que vieram através desta experiência e que até então não haviam sido digeridas por completo. 

De acordo com a física quântica, de acordo com xamãs, e com outras teorias, podemos perfeitamente entrar em contato com outras realidades. Podemos entrar em contato direto com outros tempos e espaços que podem estar influenciando o nosso agora e tomarmos posse das nossas histórias. 




Temos acesso a essas outras realidades o tempo todo e queiramos, ou não, estamos mergulhados simultaneamente em tudo. O diferencial é que o nosso foco de atenção está mais para o aqui e ainda concebendo essa realidade como sendo a única possível e real. Com isso, usamos ainda apenas os famosos 10% das nossas mentes. 

Todo este vedamento acerca da amplitude multidimensional das nossas realidades ocorre também para uma suposta "proteção", que em algum momento inventaram dizendo que se estivéssemos lúcidos nas outras realidades, que certamente estaríamos psiquicamente perturbados. Mentira.




Um "sonho" é um exemplo clássico de que este fenômeno existe. De acordo com Einstein, também, "Toda imaginação é um acesso a uma outra forma realidade". E quem de nós já não teve a sensação de ter vivido alguma espécie de ausência por alguns segundos, como se não estivesse no lugar físico onde se encontrava. 

Um lapso, e daí alguns segundos uma reconexão novamente com o aqui? E se nesse lapso de ausência, estivéssemos com a nossa atenção focada numa outra dimensão de realidade? 

E se este pequeno" lapso fosse o tempo de uma vida inteira...? 

E se nestes segundos, você de verdade não esteve envolvido em outro tipo de foco consciencial, numa outra realidade, e em outro corpo seu? 

E se houvesse nesta situação uma pessoa que estivesse em sua frente? Será que ela não teria visto você sumir de fato, ou acender e apagar, piscar? Aqui ainda não existem códigos de entendimento para este tipo de manifestação que a maioria inclusive nem concebe como possibilidade. 

Aqui acontecem atuações interdimensionais, mas ainda não estamos aptos a concebê-las. E na "volta" dessas vivências acontece que nossas pára-memórias ainda não estão "linkadas" com a memória física para que a transmissão dos acontecimentos seja total. 



Somos todos multidimensionais e sequer nos damos conta. Quem sabe num futuro, poderemos também perceber que a etapa dos "sonhos foi uma saída saudável para nos reconectarmos com a nossa "multidimensionalidade que esteve sempre aí. Talvez um dia nem precisemos mais dormir para acordar. 

Ainda estamos fadados às limitações das nossas interpretações e, por mais que avancemos, estamos presos em conceitos lineares. Porém, parece que pouco a pouco os conhecimentos sobre multidimensionalidade e a ampliação vivencial dos conceitos vistos pelos físicos começa a capacitar-nos de ver e conceber o antes inacreditável. 

E o mais incrível disso tudo é que essas vivências e conhecimentos paradoxalmente vão nos colocando novamente em contato com as filosofias mais antigas deste orbe. 

Hoje estamos para a vivência da consciência multidimensional do mesmo modo que outrora o homem tinha plena convicção de que a Terra era plana, mas que aos poucos foi mudando a sua concepção. 



Se quisermos realmente ampliar as nossas consciências, teremos que entender que existem outras formas de manifestações nossas no mundo e nos diversos universos. 

Atualmente nosso conceito de realidade está muito associado aos sentidos físicos. Imagino a infinidade de manifestações que existem no universo e que ainda não temos a capacidade de perceber. 

Para você vivenciar e tomar mais posse dos aspectos multidimensionais onde coexiste, uma das formas mais saudáveis que conheço é pela terapia que hoje intitulo de Psicoquântica. 

A Terapia Multidimensional onde existe a possibilidade de se reconhecer no que de verdade é a nossa natureza de funcionamento. É por intermédio dessa terapia que você tem a oportunidade de se transcender e de se ganhar de modo inimaginável.

Por - Silvia Malamud




A Terapia Multidimensional, permite curar as varias expressões do nosso ser e faz com que se manifeste uma realidade saudável, feliz e centrada no coração.

No decorrer de uma sessão de terapia, os Seres de Luz assumem as orientações dos trabalhos, canalizando as informações relevantes ao cliente, permitindo o acesso dos terapeutas aos Registos Akáshicos dos Seres do Planeta Terra.

As equipes de cura multidimensionais que entram em ação trabalham com a energia do coração, da paz, do perdão, respeitando as sensibilidades de cada um.

Terão o cuidado de rescindir os contratos antigos, os pactos e as promessas feitas em vidas passadas que podem impedir a manifestação do livre arbítrio atual.

Será feita também a transmutação e cura de memórias traumáticas desta vida e das vidas passadas e também da vida intra-uterina.

É pouco provável que o terapeuta tenha consciência do quanto ocorreu na sessão, se bem que algumas informações às vezes conseguem atravessar até à sua consciência.



Durante a terapia acontece um trabalho de limpeza e desobsessão espiritual e de eliminação de bloqueios a nível físico, emocional, mental e espiritual, o que resulta em um aumento da frequência vibratória da pessoa trazendo bem-estar e maior paz interior. 



A reconexão e alinhamento espiritual que ocorrem permitem um maior acesso às energias originais do Eu Superior. Esta terapia procede no nível espiritual sem intervenções físicas. O tratamento envolve limpeza e estabilização dos chakras, limpeza e transmutação de assuntos dos corpos emocionais e mentais e de assuntos interestelares.


O coração representa o único Portal de acesso a uma consciência superior. Curá-lo é dissolver os bloqueios emocionais e as marcas kármicas, retirar tudo o que impede a livre circulação do amor incondicional.

Muitas situações com as quais nos deparamos são orquestradas por acontecimentos de dimensões não manifestas na Terra, vidas passadas ou paralelas. 

A vida pode-nos apresentar padrões repetitivos ou karma que, se não forem superados, podem atrasar a nossa evolução espiritual e baixar a nossa frequência vibratória tendo, depois, repercussões no nosso corpo físico e na nossa vida atual.

Através da Terapia Multidimensional é possível fazer um trabalho de harmonização energética através da limpeza, abertura e realinhamento dos chakras e eliminação de bloqueios a nível físico, emocional, mental e espiritual.

A Terapia Multidimensional é um meio maravilhoso de curar e harmonizar todos os níveis do nosso Ser, manifestando-se, na sequência desta cura e harmonização, uma realidade mais saudável, feliz e equilibrada.




Por - Rodrigo Durante

NÃO MULHER, ÉS A MAIS LINDA DAS MULHERES!



NÃO MULHER, ÉS A MAIS LINDA DAS MULHERES!
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Não penses que me casei com o teu cabelo,
Era comprido, negro, como o mármor
e mais lindo do Namibe.
Os teus seios onde me perdia tantas vezes,
eram firmes e sedutores, mas também não me casei com eles.
Mesmo nos momentos em que vomitavas depois da quimioterapia.
Dos momentos de desânimo quando recusavas o tratamento.
Dos momentos de fragilidade em que me pedias para te abraçar,
E sussurrando ao ouvido que eu, "não podia amar uma mulher mutilada."

Pois é, meu Amor.
Não me casei com todos esses teus fantasmas!
Casei-me contigo!

Com a tua coragem que me ajuda a vencer!
Com tua ternura que me ajuda a adormecer!
Com o teu Amor que me ajuda a viver!
Não mulher, és a mais linda das mulheres!
É a ti que Amo!
João Pessoa -  
(Dedico às Mulheres que Lutaram e Venceram o cancro da mama)

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